quarta-feira, abril 25, 2012

Cores do Vento

Cores do Vento

Pocahontas



Se acha que eu sou selvagem
Você viajou bastante
Talvez tenha razão
Mas não consigo ver
Mais salvagem quem vai ser?
Precisa escutar com o coração
Coração

Se pensa que esta terra lhe pertence
Você tem muito ainda o que aprender
Pois cada planta, pedra ou criatura
Está viva e tem alma, é um ser

Se vê que só gente é seu semelhante
E que os outros não têm o seu valor
Mas se seguir pegadas de um estranho
Mil surpresas vai achar ao seu redor

Já ouviu um lobo uivando pra a lua azul?
Será que já viu um lince sorrir?
É capaz de ouvir as vozes da montanha?
E com as cores do vento colorir
E com as cores do vento colorir

Correndo pelas trilhas da floresta
Provando das frutinhas o sabor
Rolando em meio a tanta riqueza
Nunca vai calcular o seu valor

A lua, o sol e o rio são meus parentes
A garça e a lontra são iguais a mim
Nós somos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim

A árvore aonde irá?
Se você a cortar nunca saberá
Não vai mais o lobo uivar para a lua azul
Já não importa mais a nossa cor
Vamos cantar com as belas vozes da montanha
E com as cores do vento colorir

Você só vai conseguir
Dessa terra usufruir
Se com as cores do vento colorir

Fonte:
Letras.mus.br

Porque achei a letra linda assim como a música ao escutá-la num vídeo sobre a postura, e falando em Postura, mesmo que saiba como devo proceder, pelo que vi e li, enquanto não mudar algumas coisas aqui em casa, não vai ter solução, e continuarei pecando.

Abraços a todos!


1 comentários:

Sandra disse...

Hoje é domingo e estou passando para deixar o meu abraço e a minha alegria a você.
Que Deus te ilumine a semana que se aproxima.
Nossa amizade é mais ou menos assim...

Poema do amigo aprendiz
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
Pe. Zezinho SCJ.
Com muito Carinho,
Sandra